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Uberlândia, Minas Gerais, Brazil
não deixo de lado uma cerveja e todos os prazeres etílicos. não gosto de sexismo, nem de física ou química; gosto de fotografias de crianças, mas me incomodo quando vejo um bando desses na rua, tenho tocs como a maioria. adoro o tempo nublado, detesto sol, detesto chuva, praias e verão, brigo por coisas estúpidas, sou estúpido. gosto de agradar quem eu gosto, e ás vezes, com isso, me fodo. gesticulo e às vezes falo alto, sou um pouco egocêntrico. não tenho o mínimo orgulho de ser brasileiro, e de ter nascido em patos de minas, muito menos me incomodo com isso, simplesmente não ligo. sou bobão, falo coisas que você poderia ter ido dormir hoje sem precisar ter ouvido, e olhando por esse lado devo ser meio insensível, penso. ajo por impulso. poderia viver comigo pra sempre, mas eu sempre te surpreenderia, e essa é uma das minhas únicas certezas.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

bilhete para alguém bem perto

era véspera do ano novo, para ser mais exato era a última segunda-feira do ano, nós já estáva-mos um pouco altos e apesar das horas já estarem bem avançadas ainda fazia um pouco de calor, o que me incomodava um pouco. estacionamos o carro e fomos indo ao bar onde outros amigos nos esperávam. minha atenção estava totalmente voltada para a nossa converssa trivial enquanto seguíamos o percursso, mas mesmo com essa minha disperssão não pude deixar de notar um papel dobrado caído na rua a alguns centímetros de mim. passei por ele e por um instante pensei ter visto meu nome escrito naquele papel dobrado, mas me senti meio idiota de voltar e conferir se eu realmente tinha visto aquilo, porém minha vontade foi maior que isso, driblei minha amiga e com quatro ou cinco passos cheguei aonde vi o tal bilhete, e lá estava ele! dobrado em duas partes com o nome "luiz" escrito nele. peguei. olhei para os lados afim de ver algum conhecido, mas em vão, não havia ninguém perto o bastante que o pudesse ter feito isso. ainda tentando absorver as informações e formular uma idéia lógica fui andando com ele em minhas mãos com passos largos para alcançar aquela que estava comigo, enquanto a meio disso tudo fui abrindo o bilhete com uma mensagem escrita a punho e li:
"Grande amigo. Que bom estar com você e te conhecer você é uma pessoa admirável e divertido. Te desejo um Feliz Natal"
minutos mais tarde no bar, já com meus amigos contei a história, e várias formulações forão propostas desde uma mensagem do além até uma amarração de macumba, hahaha. enfim, guardei o bilhete e estou com ele até hoje, conicidência ou não obrigado a quem quer que o tenha escrito, foi uma das únicas felicitações em escrito que recebi nesse ano.

4 comentários:

  1. Adoro essa história. Se eu nao tivesse visto o bilhete eu não acreditaria hahah
    Sobre vc ter recebido poucas felicitações por escrito, sorry. Eu escrevi o cartão de natal de vocês, mas nunca lembro de pegar né? Escrevi um dia depois que fomos na Uberbrau. Aff, tenho memória de camarão.
    Eu juro que vou pegar hoje à noite.

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  2. Lu. Adoro a imagem do seu blog, adoro a cor do seu blog, adoro seu jeito de escrever, adoro você.
    Dificilmente acontece histórias tão fantásticas quanto essa. Talvez seja difícil descobrir quem te mandou pois vc é sempre amigo, adorável e divertido.
    =)
    tudo de maravilhoso pra vc.

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  3. Foi a nossa musa inspiradora Fernanda Young quem te influenciou no título do post bem massa/radical?

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