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Uberlândia, Minas Gerais, Brazil
não deixo de lado uma cerveja e todos os prazeres etílicos. não gosto de sexismo, nem de física ou química; gosto de fotografias de crianças, mas me incomodo quando vejo um bando desses na rua, tenho tocs como a maioria. adoro o tempo nublado, detesto sol, detesto chuva, praias e verão, brigo por coisas estúpidas, sou estúpido. gosto de agradar quem eu gosto, e ás vezes, com isso, me fodo. gesticulo e às vezes falo alto, sou um pouco egocêntrico. não tenho o mínimo orgulho de ser brasileiro, e de ter nascido em patos de minas, muito menos me incomodo com isso, simplesmente não ligo. sou bobão, falo coisas que você poderia ter ido dormir hoje sem precisar ter ouvido, e olhando por esse lado devo ser meio insensível, penso. ajo por impulso. poderia viver comigo pra sempre, mas eu sempre te surpreenderia, e essa é uma das minhas únicas certezas.

domingo, 16 de novembro de 2008

um pouco sobre mim



sempre tive problemas de relacionamento com esses seres do filo arthropoda*. havia acabado de chover e o ar estava um pouco quente e úmido, ambiente perfeito para bichinhos fofos como besouros, centopéias, percevejos, gafanhotos e toda sua crew.
lá fui eu, inocentemente, pegar um copo de água na cozinha quando me deparo com um desses da ordem mantodea, pertecente a família mantidae* (vide foto post), fiz o que qualquer um no meu lugar faria numa situação dessas, sai correndo de volta o mais rápido que pude para o qaurto tropeçando e batendo nas coisas pelo caminho. passado o primeiro chefão do estágio 1 do mundo da terra, ouço o barulho de assas batendo bem a cima da minha cabeça, me jogo no chão e me debato contra ele delicadamente a fim de visualizar o nosso próximo mini-chefe da noite, era um daqueles nezara viridula da família dos pentatomídeos*, ou simplesmente percevejo, ou maria fedida para os mais íntimos. foi ai que reparei a minha volta e vi vários desses, em cima da cama, na tela do computador, alguns mortos no chão, outros entrando pela janela aberta... me senti como naqueles filmes bregas dos anos 80, tipo a volta dos insetos assassinos, ou insetos malditos contra atacam, que passavam no cinema em casa e que posteriormente a globo iria comprar alguns e exibi-los na sessão da tarde, ou não. só sei que eu já estava todo equipado com vassoura e tudo mais pra poder aniquilar aqueles malditos insetos e dar continuidade a minha vida, sim, o caso era sério mesmo.
mas o roteiro daquela noite estava quentíssimo, chegamos no apogeu da cena, o clímax total, quando, na tentativa vã de dissipar aqueles bichos, sou surpreendido pela reaparição do todo glorioso, o ganondorf, o bowser, o shadow do mal: o louva-deus.
na tentaviva desesperadora de zerar os insetos eu machuquei e torci o meu pé ao tentar dar um hadouken de vassoura neles, e um sangramento no cotovelo que só iria ver um dia mais tarde. no fim das contas eu deixei uma brecha para um revival, já que eles se esconderam nas profundezas das bagunças do quarto onde eu não me atreveria a me aventurar.
bem, acho que tudo isso talvez diga alguma coisa sobre mim, bem vindo novo blog :]





*digitei no google, copiei e colei, aloca.

2 comentários:

  1. adorei o post, ri muito! gente, morro de medo de artrópodes as well, são criaturas malignas que perseguem todo mundo que cheira a medo (devo ter catinga de medo, porque atraio todos os tipos deles). vou seguir esse blog, boa sorte com ele :)
    ("boa sorte" só caso você tenha dificuldade em manter blogs como eu, mas torço pra você não ter)

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